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Para preparar o seu primeiro desfile a Agremiação teve como seu barracão uma
casa que ficava na Av. 28 de Setembro (atual nº 84). Para confecção das
primeiras alegorias Seu China arranjou alguns chassis das carroças de burro,
utilizadas na limpeza urbana e todos da Diretoria trabalharam na composição dos
bonecos e figuras das alegorias.
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Os principais seguidores da primeira dupla de Mestre-Sala e Porta-Bandeira da
Agremiação foram Gelson e Jandira e Antoniozinho e Angélica.
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Peti foi uma das primeiras Baianas da Escola.
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Além de Paulo Brazão, faziam parte do grupo de compositores da Agremiação (pois
não havia Ala de Compositores): Tião Graúna; Severo Gomes de Aquino (irmão de
Paulo Brazão), conhecido como Birica; Rosário; Zé Fon-Fon; Simplício; Rodolfo
de Souza; e Djalma Fernandes da Silveira, o Djalma Sapo.
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Com o crescimento da Agremiação, também foi aumentando o número de componentes
da Ala dos Compositores, fundada por Paulo Brazão, pertencendo ao seu quadro
Martinho; Aílton Rocha; Paulinho da Vila; Gemeu; Jonas Rodrigues; Jarbas
Fernandes da Silveira; Ciro Baiano; Mariano Luz; Zé Branco; Irany Olho Verde;
Hilton Alfinito, o Guadalupe; Aluísio Machado; Arroz, David da Vila.
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Fazem parte também do grupo de abnegados que colaboraram nos primeiros anos de
organização da Escola: Enock Carioca; Clarimundo Mulato; Alfredo Estrelinha;
Paulo Jabar, Moacir Costa, Zé do Telhado e Mijaque.
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Nos seus dez primeiros anos a Escola teve Miguel Moura como o autor da maior
parte dos enredos, deste período sete são de sua autoria e confeccionou um de
autoria de Servan Heitor de Carvalho.
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Seu China foi o Presidente que permaneceu por mais tempo no cargo
aproximadamente por vinte anos.
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Paulo Brazão foi primeiro compositor há ter o maior número de sambas-enredo
ganhos na história da Escola, dezesseis ao todo, sendo onze sozinho e cinco em
parcerias.
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Gabriel Nascimento é o autor do maior número de enredos na história da
Agremiação, doze ao todo, sendo oito sozinho e treze em com Dario de Castro
Trindade de Oliveira.
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Em 1966 Tião Copeba, não tentou a reeleição para o titulo de "Cidadão
Samba" pela terceira vez consecutiva. O fato causou estranheza em todos,
não só porque poderia ser mera decisão do representante da Escola como também
por este não concordar com a inflexibilidade de alguns artigos do regulamento
do certame.
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